• Finalmente! Uma das poucas coisas que faltava funcionar no Linux era a transparência do Flash nos sites. Aparentemente a espera acabou :)

    Hoje faz quase 1 mês que estou utilizando a versão 10 do Flash Player, beta. Mesmo não sendo o release final até agora não tive nenhum tipo de problema e todos os sites acessados que utilizam transparência funcionam normalmente. Os elementos abaixo da transparência são acessíveis sem conflitos quando o flash não está expandido ou visível.

    Quem esperou por este milagre depois de tantos anos pode fazer um teste baixando o player aqui:

    http://labs.adobe.com/downloads/flashplayer10.html

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  • Recentemente Richard Stallman, fundador da GNU (fundação que promove o software livre), deu uma entrevista sobre o que pensa de cloud computing e fez um alerta.

    Antes de continuar, segue a definição de Cloud Computing na Wikipedia:

    “A computação em nuvem ou cloud computing é um modelo de computação em que dados, ficheiros e aplicações residem em servidores físicos ou virtuais, acessíveis por meio de uma rede em qualquer dispositivo compatível. Basicamente, consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas”

    A primeira impressão, e até na prática, parece algo revolucionário e inteligente. Mas analisando mais a fundo temos razões de sobra para se preocupar com esta nova “onda”. Em sua entrevista Stallman adverte que a crescente utilização desta “filosofia” por empresas é uma grande armadilha comercial.

    Mas como algo com tantos benefícios poderia ter um lado tão negativo? Se você parar para pensar, quando passamos a concentrar todos os nossos contatos, mensagens, informações comerciais, pessoais e privadas, elas deixam de estar em nosso alcance físico (no HD de seu computador, na pen-drive na sua gaveta, nos CDs da sua estante) para ficarem armazenadas em servidores remotos, de países diferentes, com leis desconhecidas, em redes distintas, administradas por vários funcionários em todo este caminho. A partir daí as empresas passam a ser, indiretamente, donas de nossos dados e criamos aos poucos uma dependência de seus serviços, disponibilidade e políticas de privacidade.

    Outro lado negativo dessa história num mundo refém do cloud computing, além de não termos total controle de onde estão nossos dados, é termos uma dependência maior de estruturas de rede interligadas para que possamos fazer coisas simples como marcar um compromisso, ler um contrato importante ou pegar um contato em um e-mail. Se bilhões de pessoas em todo o mundo tiverem a mesma dependência, ao mesmo tempo, e uma das empresas que mais concentram estas informações vier a ficar fora do ar ou ter sérios problemas de segurança, quais seriam as consequências econômicas e pessoais?

    Este artigo não é para assustar e sim alertar para que antes de nós deixarmos a segurança de nossos dados locais para serviços remotos, refletirmos o quanto isso é realmente necessário, e quais as consequências. Compre um notebook, DVDs para backup, e fique tranquilo :)

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  • 20 set 2008 /  Internet

    Segundo uma pesquisa feita pela Interbrand, empresa de consultoria de marcas, o Google está entre as 10 marcas mais rentáveis do mundo. A marca está avaliada em 25 bilhões de dólares, entre a americana Disney e a alemã Mercedes Benz.

    Isso significa que para comprar a marca Google você precisaria ganhar na mega sena umas 4250 vezes seguidas. Com sorte, quem sabe…

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